sábado, 2 de setembro de 2006

3 - História ainda sem titulo

Assim que pude sai daquele pesadelo, não sem antes dar o código ao Xado do meu Pctvmov, para que pudesse entrar em ligação comigo quando precisá-se, no rent a car perto do estádio, aluguei um veiculo hibrido, fusão a frio/ hidrogénio, já não havia movidos a ar comprimido, mas não era mau de todo. Quando o petroleo se extinguio, saltaram para o mercado mil e uma formas de energias alternativas, consta-se que já existiam muito antes de este acabar mas devido a razões economicistas foi o que se viu. Passaram por mim Helibulâncias sem fim, na megastrada a caminho de Lisboa os helibeiros eram tantos que reservaram oito das doze faixas de rodagem só para eles. O rio chegava a Alverca, a avenida da Crel, que antes dividia Lisboa entre zona histórica e as avenidas novas que iam de Mafra passando por Torres Vedras até Torres Novas, era agora a marginal. Ainda tenho presente a altura em que o rio chegava apenas ao alto do Parque Eduardo VII (agora batizado com o nome de Jeronimo de Sousa) e o castelo de São Jorge assemelhava-se ao de Almorol.
Havia visitas Guiadas de submarino para conhecer a Baixa, Alcântara e toda a zona inundada em 2038. A peninsula, perdão a ilha Ibérica tinha sido tambem afectado por esta altura com os glaciares de tamanho continental que flutuavam pelos oceanos tal e qual uma jangada de pedra. E foi ali naquele posto de controlo que a vi pela primeira vez, .... (continua)

2 comentários:

TPS disse...

ehehehehehehehe
a malta anda com a imaginação em alta! Ou serão filmes a mais..!?? :)

paveia disse...

agradece-se q para além dos comentários que são sempre bem vindos, se passe à acção :) vá tudo a escrever