quarta-feira, 24 de janeiro de 2007

actriz precisa-se

Lançado o desafio de fazer o filme (agradeço desde já os inumeros posts que recebi com ideias para o argumento) dei-me como voluntário para ser o realizador. Para a montagem também já encerrámos as candidaturas, irá ser o Miguel Coelho. Após ter recepcionado e lido inumeros argumentos escolhi o meu. Não por ser o melhor, mas por ser o unico. E como já não se fazem omoletes sem ovos vou precisar de actores. A personagem chama-se Irene Maria de Jesus Pires, casada com Daniel António Machado Pires (tambem vou precisar de um actor para este) e nasceu em 1968 numa pequena aldeia na beira baixa chamada Alvarinho. Apenas com 5 anos de escolaridade, deu por terminado o seu curso e foi obrigada a conhecer bem cedo a vida dura do campo. Talvez por isto detestava a aldeia, as pessoas da aldeia e a sua existência na aldeia. Era com as revistas cor de rosa que partilhava os seus melhores momentos e as unicas amigas que tinha. Nem com o nascimento do Ronaldo (tambem vou precisar de um actor para este) em 2000, este estado de espirito abrandou.

E TU ÉS CAPAZ DE DAR VIDA A ESTA PERSONAGEM ?

quarta-feira, 17 de janeiro de 2007

FILME


olá amiguinhos venho propor que façamos um filme.
Durante os fins de semana, feriados e nas férias.
Na 1ª fase temos de nos preocupar com o argumento (estão abertas propostas)
depois o guião, escolha dos actores (nós, claro está) e locais de filmagens.
por agora gostava de receber (via blog) pequenas ideias que vos surjam e para podermos comentar, criticar, aproveitar ou gozar.
sempre a considerar

domingo, 7 de janeiro de 2007

SIM / NÂO à despenalização do ABORTO





Portugal tem uma lei muito restritiva no que toca ao aborto. O aborto é apenas possível quando a gravidez representa risco para a vida da mulher ou para a sua saúde; no caso de malformação fetal ou quando a gravidez resulta de violação.

Mas mesmo nesses casos raros, nem sempre há a possibilidade de recorrer ao aborto porque, em alguns casos, os hospitais ou os médicos recusam prestar ajuda a mulheres nestas condições. As principais razões pelas quais as mulheres recorrem ao aborto, ou seja, razões sociais, económicas e psicológicas são excluidas segundo a lei portuguesa.

Mas a Lei pode agora mudar, proponho aqui uma sondagem de opinião e uma jusficação que sustente a escolha do SIM ou Não à despenalização do aborto.