quinta-feira, 31 de maio de 2007

Porquê ?

Porquê que as pessoas param nos tapetes e escadas rolantes ?

Desafio, escolhe uma letra e escreve um texto

Letra P
Pedro Paulo Pereira Pinto, pequeno pintor português, pintava portas, paredes, portais. Porém, pediu para parar porque preferiu pintar panfletos. Partindo para Piracicaba, pintou prateleiras para poder progredir. Posteriormente, partiu para Pirapora. Pernoitando, prosseguiu para Paranavaí, pois pretendia praticar pinturas para pessoas pobres. Porém, pouco praticou, porque Padre Paulo pediu para pintar panelas, porém posteriormente pintou pratos para poder pagar promessas. Pálido, porém personalizado, preferiu partir para Portugal para pedir permissão para papai para permanecer praticando pinturas, preferindo, portanto, Paris. Partindo para Paris, passou pelos Pirineus, pois pretendia pintá-los. Pareciam plácidos, porém, pesaroso, percebeu penhascos pedregosos, preferindo pintá-los parcialmente, pois perigosas pedras pareciam precipitar-se principalmente pelo Pico, porque pastores passavam pelas picadas para pedirem pousada, provocando provavelmente pequenas perfurações, pois, pelo passo percorriam, permanentemente, possantes potrancas. Pisando Paris, pediu permissão para pintar palácios pomposos, procurando pontos pitorescos, pois, para pintar pobreza, precisaria percorrer pontos perigosos, pestilentos, perniciosos, preferindo Pedro Paulo precaver-se. Profundas privações passou Pedro Paulo. Pensava poder prosseguir pintando, porém, pretas previsões passavam pelo pensamento, provocando profundos pesares, principalmente por pretender partir prontamente para Portugal. Povo previdente! Pensava Pedro Paulo... Preciso partir para Portugal porque pedem para prestigiar patrícios, pintando principais portos portugueses. Passando pela principal praça parisiense, partindo para Portugal, pediu para pintar pequenos pássaros pretos. Pintou, prostrou perante políticos, populares, pobres, pedintes. - Paris! Paris! Proferiu Pedro Paulo. - Parto, porém penso pintá-la permanentemente, pois pretendo progredir. Pisando Portugal, Pedro Paulo procurou pelos pais, porém, Papai Procópio partira para Província. Pedindo provisões, partiu prontamente, pois precisava pedir permissão para Papai Procópio para prosseguir praticando pinturas. Profundamente pálido, perfez percurso percorrido pelo pai. Pedindo permissão, penetrou pelo portão principal. Porém, Papai Procópio puxando-o pelo pescoço proferiu: - Pediste permissão para praticar pintura, porém, praticando, pintas pior. Primo Pinduca pintou perfeitamente prima Petúnia. Por que pintas porcarias? - Papai, proferiu Pedro Paulo, pinto porque permitiste, porém preferindo, poderei procurar profissão própria para poder provar perseverança, pois pretendo permanecer por Portugal. Pegando Pedro Paulo pelo pulso, penetrou pelo patamar, procurando pelos pertences, partiu prontamente, pois pretendia pôr Pedro Paulo para praticar profissão perfeita: pedreiro! Passando pela ponte precisaram pescar para poderem prosseguir peregrinando. Primeiro, pegaram peixes pequenos, porém, passando pouco prazo, pegaram pacus, piaparas, pirarucus. Partindo pela picada próxima, pois pretendiam pernoitar pertinho, para procurar primo Péricles primeiro. Pisando por pedras pontudas, Papai Procópio procurou Péricles, primo próximo, pedreiro profissional perfeito. Poucas palavras proferiram, porém prometeu pagar pequena parcela para Péricles profissionalizar Pedro Paulo. Primeiramente Pedro Paulo pegava pedras, porém, Péricles pediu-lhe para pintar prédios, pois precisava pagar pintores práticos. Particularmente Pedro Paulo preferia pintar prédios. Pereceu pintando prédios para Péricles, pois precipitou-se pelas paredes pintadas. Pobre Pedro Paulo, pereceu pintando... Permita-me, pois, pedir perdão pela paciência, pois pretendo parar para pensar... Para parar preciso pensar. Pensei. Portanto, pronto pararei.

quarta-feira, 30 de maio de 2007

E agora
E agora, quando eu quiser fazer favas guisadas telefono a quem ?

segunda-feira, 28 de maio de 2007


6ª FEIRA LAICA

6ª FEIRA LAICA NO
FESTIVAL INTERNACIONAL DE PERCUSSÃO PORTUGAL A RUFAR 2007.
1,2 E 3 de Junho de 2007.
A convite da Associação Tocá Rufar, a associação cooperativa Feira Laica desloca-se até ao Seixal (antiga fábrica Mundet) em Junho.
A programação da feira incluirá: Banca de artesanato e new crafts. Ocupação de um dos antigos edíficios da Fábrica Mundet, com: Exposição de ilustração Chiu!
Os tom-toms ecoam nas profundezas da selva, que tem já a participação confirmada de: Rosa Baptista , Artur Varela, Filipe Abranches, Luís Henriques, Teresa Amaral, Edgar Raposo, Joana Figueiredo, Ana Menezes, André Lemos, Pedro Zamith, João Maio Pinto e José Feitor (mais informação em baixo).
Exposição de uma selecção de trabalhos do Grande Prémio de Desenho, uma iniciativa dos colectivos A Mula e Senhorio, que decorreu no Porto entre 20 de Abril e 4 de Maio últimos e que agora viaja até ao Seixal. Oficina de fanzines, durante os três dias do festival, em horário a definir, coordenada por João Bragança, Joana Figueiredo e José Feitor e que contará com a presença do atelier de serigrafia Mike Goes West, que permitirá aos participantes criar no momento capas para os fanzines usando essa técnica de impressão. A oficina está aberta à participação de crianças e jovens e dela resultará um fanzine, elaborado, policopiado e montado na hora! Ainda no edifício ocupado: Banca de edições independentes e venda de originais de ilustração, a cargo da associação Chili com Carne com a participação das editoras Thisco e Milk and Wodka.CHIIIUUUU! OS TOM-TOMS ECOAM NAS PROFUNDEZAS DA SELVA!

PARABÉNS



Parabéns CAIA




Pois é faz hoje 5 anos, estava eu no Hospital Santa Maria, com dores (muitas), mas às 13h15min, já cá estavas a fazer parte da família. O nascimento é "algo" lindo e indescritível. Agora grávida mais uma vez , espero a qualquer hora, minuto, segundo, que me digas que já estás pronta e que queres nascer.




PARABÉNS CAIA


ADORO-TE


MÃE