segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

Me escrevam vai

As relações não são fáceis, também não sei se alguma vez foram noutros tempos pois quantidade nunca foi sinónimo de qualidade e lá por durarem toda uma vida não quer dizer que foram perfeitas e felizes. O que eu pergunto é se aquelas que têm como modelos, ou seja, cujos pais formaram um modelo de relação bem sucedido têm mais ou menos hipóteses de vingarem enquanto casal? Isto claro está, partindo sempre do principio que carregamos uma herança não só genética mas também a que se transmite através do que se vive, do que se aprende, do que nos rodeia. Acreditando nisto vamos sempre repetindo o mesmo padrão mas, como o ser humano, tende a evoluir vamo-nos sempre melhorando e acrescentando cada vez mais perfeição a um novo padrão. Segundo a minha crença a tendência será para a taxa de divócio diminuir daqui por uns anos ou será que estou errada? Estar-me á a faltar algum dado para que isto não esteja a acontecer??? Por favor esclareçam-me.

3 comentários:

neorui disse...

Tenho de começar por dizer que não tenho essas referências de que falas. e entendo que quando falas de taxas de divorcio falas de números oficiais e não de separações de casais.
O que entendo dos dias de hoje é que quando se opta por um casamento é um acto mais livre do que era à tempos (falo de gerações de à mais de 30 anos pré.25.de.Abril).
Se as sociedades tendem a melhorar como um todo isso não quer dizer que as famílias estejam mais famílias. o individuo está mais afastado dos vizinhos, porque tem muitos mais, mais afastado da família porque trabalha mais tempo e porque o tempo livre não é só para a família, como era.
hoje temos muito mais influencias do que os padrões impostos por sociedades de outrora. muitos mais caminhos que percorrer e o mesmo tempo de vida para o fazer.
Saber viver e em família é a Grande arte. tornar o mundo de novo em aldeia é um caminho.

analuE disse...

Bem hajas neorui

fi disse...

Sinceramente, acho que não é essa a via! Pois se assim fosse era tudo bem casadinho, pois estes sempre existiram; acho que o divórcio, em alguns casos, é simplesmente, porque as pessoas são cada vez mais egocentricas, egoistas e sem paciência quer para conhecer o outro (as suas virtudes e defeitos), compreende-lo e sobretudo respeita-lo. Perante uma "birra" pensam: "- Já não há pachorra", e passam para outra. Tb pode ser que não haja amor, mas tb aqui muitas vezes andam, andam e andam e nunca na vida vão saber o que é amar; pois para atingir tal sentimento é necessário TEMPO.
paixão versus amor!